Mas o mais interessante é perceber com esse mundo é pequeno, coincidências de pegar carona com Fulano que conhece Cicrano, aquele seu grande amigo, não são tão raras quanto se pensa.
sábado, 24 de julho de 2010
Carona
Mas o mais interessante é perceber com esse mundo é pequeno, coincidências de pegar carona com Fulano que conhece Cicrano, aquele seu grande amigo, não são tão raras quanto se pensa.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
FAZENDO BOLA
Esse vídeo foi feito por mim e por Rangel e esta concorrendo no Festival do Minuto, por favor VOTEM no vídeo e comentem. Para votar tem que se cadastrar no site, mas é super rádipo.
Clique aqui para assitir e votar!!!!
Desde de já obrigada!
terça-feira, 15 de junho de 2010
Assembléia dos professores da UESC vota a favor de indicativo de greve.
Links Relacionados:
http://www.adusc.org.br/?cat=12
terça-feira, 1 de junho de 2010
Minha ravolta não foi sem causa!
Muitos dizem que adolescente se revoltam sem motivo, contesto veementemente. Acredito que cada fase é essencial para formação do sujeito.
E aqui declaro minha revolta juvenil teve (tem) causa, é um indignar-se com as coisas erradas do mundo.
A explicação plausível? Simples. Quando despertamos da posição fetal onde temos a constante proteção materna e saímos ansiosos para desbravar o mundo, não temos em mente que o tão sonhado mundo externo é cheio de defeitos. E alguns não têm esse que de achar que tudo é normal; os adolescentes querem sempre o novo e moderno, ainda não foram contagiados com a apatia, inércia, comodismo da multidão.
Minha revolta teve causa, as divisões sociais, a corrupção, os preconceitos, a violência, a futilidade, ... E digo mais, cheguei a um dia sonhar com uma anarquia utópica, onde não se precisaria de governo porque ninguém iria querer dominar o outro, não se precisa de dinheiro porque cada um exerceria sua função e a comida seria para todos, os bens materiais também.
Hoje desiludida com o mundo, com os seres humanos eu sei que isso é sonho daqueles que só existem no mundo imaginário.
Mas digo, repito e falo novamente, minha revolta não foi sem causa, hoje sou o que sou por causa de uma revolta na adolescência faz parte do meu ser, e ainda prefiro ser uma revoltada que uma acomodada com toda essa merda (desculpem o termo, mas é o que é). Não preciso mais de toda a indumentária com a qual desfilava em forma de protesto, não preciso mais de roupas pretas e maquiagem pesada como máscaras de um ser camaleônico querendo ser identificado.
Hoje minha revolta é comportada, me limito a pedir que não joguem lixo no chão na minha frente, a tentar conter quem maltrata animais, e bater boca quando vejo uma pessoa com uma visão de mundo muito limitada. A fazer um texto na esperança de comover alguém a se revoltar também. Revolte-se como toda essa merda, não diga que é normal, não se acomode a ela!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
O devastador que virou plantador.
Seu Manuel trabalhava na roça, se via árvore atrapalhando seu caminho a enxada cantava.
Hoje Seu Manuel trabalha na universidade e conta com orgulho das mais de 3 mil árvores que plantou e refere-se a elas como filhas que viu crescer, crescer tanto, que Seu Manuel nem consegue mais alcançar seu topo.
Seu Manuel que lida com tanto carinho e agilidade da mata, vive sorrindo na calmaria, mas no fim de semana Seu Manuel deixa suas filhas e vai lhe dar com um bicho complicado chamado gente. Entre uma bandeja e outra no seu bar, Seu Manuel lembra saudoso do seu amigo fanfarrão, um bezerro, que vive lhe perturbando, seu companheiro que lhe faz rir das suas travessuras.
A semana recomeça e Seu Manuel volta para mata da universidade, para plantar novas sementes, ouvir o canto dos passarinhos e contar suas histórias para alunos transitantes dispostos a lhe ouvir. E assim, nós vemos que ali de passagem pelos cantos dessa UESC escondem-se histórias que nos comovem ao mostrar que ainda existe esperança para essa terra de matança.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Nota não é causa, é consequência!
Quando os alunos compreenderem que nota não é causa e sim consequência, seres inertes e apáticos se tornarão sujeitos aptos até a formular pensamentos. Pensando e logo existindo. Sujeitos cognitivos, sensitivos, sofrendo de pathos pelo conhecimento. Já dizia Platão, é um árduo caminho para sair da ignorância.
Ah sim, como é simples, fútil e inútil a vida da anestesia. Mas para aqueles que buscam mais, que se perguntam o porquê de todo esse discurso que lhes é empurrado e às vezes até decorado. Esses verão o oásis e hão de se divertirem com os absurdos alheios, de se encantarem com os pormenores nas entrelinhas.
E quando requisitados e também quando não; vão defender, argumentar, discursar sobre suas vontades de verdades. E perceberão que no momento que falam, uma voz oculta os precede e sua fala é mera repetição camuflada (seres camaleônicos). E no fim, todos são submissos a essa precária sintaxe, arbitrária em demasia, obediente ao ritual da circunstância.
Indivíduos que só têm de individual a diferença com o outro; mas há sempre um igual, aqui e ali lhes doutrinando. Por fim, enfim, esses alunos almejarão boas notas, não pelo erro de acharem que elas lhe garantirão alguma coisa, mas sim porque elas serão o reconhecimento do seu esforço, no doloroso processo de ver a luz.
Laíse Galvão
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Uma carta de amor

Mô,
É com muito pesar que vejo o fim. Pensei que nunca mais fosse acreditar na beleza do amor, que o encanto não passava de fantasia. Cri que as pessoas boas eram inexistentes como os príncipes encantados com que sonhava quando criança.
Mas um dia conheci você, alguém ferido pela vida. Mas que ainda mantinha alguns valores de outrora. Pessoa a quem eu quis conquistar. Não queria ser apenas mais uma para você.
Queria ser aquela a te dar a mão e caminhar lado a lado. E como esse ato, ignorado por muitos, significa para mim. Desejava ser a pessoa a que o “mero” fato de existir fizesse diferença na sua vida. Aquela para quem tu olhasses e sorrisses, abraçasses e te acalmasses; ao beijaste esquecesses do mundo e ao amarte completasses em êxtase pelo gozo do viver e ter me.
Assim almejo, pois é como me sinto perante a ti. E que a recíproca seja verdadeira.
Mas acho que uma hora é preciso acordar. Não sei bem o porquê, mas em algum momento parece que como um pesadelo a realidade da frialdade sobrecai em nós.
Vejo que tu não és perfeito, que seus defeitos vão além do que eu já conhecia. Que por vezes tu podes ser rude, preconceituoso. Que há momentos em que és um completo imbecil a cativar meu desprezo.
Ninguém é perfeito e eu também tenho meus defeitos. Porém uma coisa é certa eu te quero e está difícil acreditar que é o fim, que amanhã posso te olhar e não ser correspondida; ser apenas brisa passada na sua vida.
Quero estar ao ser lado, deitar-me no seu ombro, sentir sua mão acariciar meu corpo, seus dedos sob meus cabelos, teus lábios nos meus, teu corpo entrelaçado ao meu e tua vida unida a minha. Quero te fazer feliz, sorrir, e amar-te.
Mas se não sou capaz de tal feito, se sua jornada esta melhor sem mim. Desejo-lhe a auto-realização, o dom de ver beleza nas coisas simples, a alegria de viver, e tal da felicidade que tantos almejam.
Não quero que esta seja uma carta de adeus, quem sabe de esperança. É tão difícil abdicar de um amor. Você me conquistou com teu jeito fechado, mas ao mesmo tempo doido para se libertar, sua ânsia e medo em experimentar o até então desconhecido.
Eu te amo,
Laíse Silva Galvão.